O Colar Ligeia é uma peça de repetição, silêncio e obsessão. Inspirado na personagem de Edgar Allan Poe, ele carrega a ideia da morte que se recusa a desaparecer, da presença que insiste em permanecer.
Sem pingente, o colar se constrói apenas pela alternância entre o preto profundo e o vermelho intenso, criando um ritmo quase hipnótico — como um pensamento que retorna, uma lembrança que não se dissolve.
Uma peça minimalista, literária e profundamente gótica, feita para quem encontra beleza naquilo que persiste.
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